sexta-feira, 14 de julho de 2017

Vamos lá analisar o fenómeno do "flamingo insuflável"

Ando arredada das redes sociais, não de forma consciente ou planeada, mas acho que estou numa fase em que só o Instagram me cativa (talvez porque sempre gostei imenso de fotografia) e a leitura rápida e simples da mesma não canse. Pelo facto, não faço ideia se já se descortinou sobre este fenómeno do"flamingo insuflável" que me merece particular atenção. Então não é que de repente, é ver matulões e boazonas, mães de família e a empregada do quiosque todas eles untados em óleo johnson a cavalgar um desgraçado de um flamingo gigante. E toda a gente tem de o fazer, porque quem não o fizer não está in. Depois do bicho seguem-se melancias, ananases, gelados e toda uma cadeia alimentar do insuflável. Vale tudo, pilhar criancinhas, bóias, braçadeiras, barcos, piscinas de bebés,...tenho para mim que este verão vale tudo para a foto perfeita!
Pessoas, desde já fica o aviso, a mim é que não me apanham, só a ideia de subir para cima de uma bóia (o flamingo não passa disso, certo?!) e ficar ali eternidades com o rabo espetado e a cabeça debaixo de água enquanto os meus filhos me empurram e chamam reforços porque não podem comigo e depois rebolo para o lado errado e caio novamente na água... chega, já dei para esse peditório no verão de 2000. 

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