quinta-feira, 9 de março de 2017

Manter a distância de segurança

A vida dá umas voltas tremendas e precisas de estar muito atento para que possas retirar ensinamentos das experiências, sejam boas ou más, por que passas. Assim o faço e procura cada vez mais que assim o seja. Este conhecimento interior que me leva tantas e tantas vezes a um detox emocional. Ao ler o blog da Sofia de Castro Fernandes não podia concordar mais com isto:

« mantém uma distância de segurança de pessoas tanto-faz, de pessoas temos-que-combinar-qualquer-coisa, de pessoas estava-se-mesmo-a-ver-que-isso-não-ia-correr-bem, de pessoas eu-bem-te-avisei, de pessoas a-mim-tudo-acontece, de pessoas a-culpa-não-é-minha, de pessoas o-problema-não-és-tu-sou-eu, de pessoas vai-se-andando, de pessoas se-a-minha-vida-fosse-mais-fácil, de pessoas-que-te-trazem-um-problema-para-cada-solução, de pessoas eu-nunca-me-arrependo-de-nada, de pessoas eu-sou-como-sou-e-não-vou-mudar, de pessoas tu-é-que-sabes, de pessoas depois-não-venhas-para-cá-chorar, de pessoas-se, de pessoas-mas, de pessoas-talvez, de pessoas não-sei, de pessoas-nó. mantém uma distância de segurança de pessoas que só passam pela tua vida para te ensinar a não ser como elas. » 

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Sábado de manhã, no mercado:

Pai - "Mada, cheira estas especiarias. Respira, absorve os cheiros e diz-me o que é que vais reconhecendo!"

Madalena (logo muito pronta) - "Funcho!!!"

Pai - "Que espectáculo. Conseguiste identificar à primeira!"

Madalena - "Não! Está ali escrito «Funcho»!"

quinta-feira, 2 de março de 2017

Bem-vindos 41!

E pronto, num piscar de olhos já cá moram 41 frescos aninhos!
O último ano deixou mossas valentes e foi duro, muito duro! Mas a verdade é que nós aprendemos com as nossas experiências (mais fácil seria se aprendêssemos com as dos outros, mas catano, não seria a mesma coisa!) Resta-me portanto desejar que persista com esta minha mania de ser feliz e a propague para os que me rodeiam, como se de uma religião se tratasse.