terça-feira, 29 de março de 2016

Obrigada por tudo. Até já!

Cada vez me apetece escrever menos. Ou melhor, vamos cá jogar limpo, cada vez me apetece escrever menos porque este blogue que, sempre foi a minha cara, um espaço de boa disposição, boa onda, partilha positiva e se mantinha num relativo anonimato junto do meio que me rodeia, foi descoberto por uma pessoa que é antítese de mim. Ora essa pessoa é má. Má a valer. Tem um qualquer síndrome em que tem de afirmar poder e usa de demasiado tempo livre para infernizar a vida alheia. Mas pronto, como sou da verdade tenho de assumir que não tenho perfil para andar com rodriguinhos e que me sinto profundamente desconfortável só na perspectiva de saber que tal pessoa pode ler aquilo que me pertence, mas pronto, está na Internet é da Internet, e isso é uma verdade incontestável.
Hoje quando acordei não tencionava de todo vir aqui falar-vos de uma suposta pausa no blogue, mas se não fizer isto tipo penso rápido acabo por perder a coragem. Preciso de preservar a minha sanidade mental e os meus. Não faz sentido isto acontecer só por causa de uma pessoa, quando tantas outras me deram tanto, é certo. Mas também não faz sentido ter de travar batalhas profissionais porque a pessoinha se usa de informações obtidas no blogue para correlações absurdas e suposições duvidosas. Ultimamente tenho vivido desde o insignificante à barbárie, da perseguição ao assédio moral e o desgaste é muito. E depois colocas a pergunta: tens como provar? Pois.... Se lhe estou a dar os trunfos? Se estou a deixar cair a toalha ao chão? Não, de todo! Porque sou tremendamente feliz. E daqui a uns tempos, quando entender, quando a saudade for maior que o desgaste, eu regresso. Até lá... vou-me aninhar no meu casulo, junto daqueles que me amam muito e me fazem sentir muito amada. Sejam felizes. Obrigada por tudo. Até já!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Quando eu puder acordar avisem-me, sim?!

O João perdeu a aliança de casamento (é era grande, abaulada, de ouro maciço e há 16 anos custou 400€!), um carro está literalmente em coma e outro tivemos de lhe fazer manobras de reanimação logo assim pela manhãzinha, desprogramei a porta do condutor do jipe e só abre por fora, a máquina de lavar roupa não faz ciclos completos de lavagem, a Batata arrancou todas (repito, todas) as sebes que demoraram uma semana a plantar, o computador do Joãozinho está com doença infecto-contagiosa, o trabalho não anda famoso e eu voltei a não dormir, a Madalena escondeu os lanches que não quis numa mochila debaixo da cama e posso-vos garantir que estávamos à beira de uma colónia de cogumelos....
E pronto, é isto! Estou à espera das coisas boas, tipo um vale numa loja de electrodomésticos, outro numa ourivesaria, mais um num stand e...não fosse pedir muito, era faxavor um "Querido Mudei a Casa" só para o jardim e à prova de cão. Nos entretantos vou hibernar e acordem-me quando tiver tudo limpinho e resolvido, combinado?! Boa!!

Do meu canto #11


Tirei um dia de férias para ...

Andarmos nus em casa...
Namorarmos sem censura...
Comermos comida tailandesa picante...
Ajavardarmos o mais possível...

E recomendo! Acho que todos os casais deviam tirar um dia assim. !"The F day...the fucking day"

Meus amigos...isto é serviço público ao mais alto nível!

quarta-feira, 16 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

Quando o exemplo não vem dos mais velhos

Desde que o Lidl começou a abrir às 08.30h com pãozinho fresquinho que, depois de deixar os miúdos na escola, vou buscar o meu pãozinho integral. Invariavelmente, encontro um grupo de senhoras idosas a fazerem as suas compras. Não menos vezes, quando me dirijo para a caixa com o meu pãozinho, já elas estão com o tapete a abarrotar de compras. E nessa altura, dá-se um fenómeno interessante de "ignorar o óbvio" citando essa grande filósofa Teresa Guilherme. Pois eis que, no alto da sua condição geriátrica estas senhoras dão um exemplo de falta de civismo de todo o tamanho, fazendo-me penar na fila, a mim e ao meu humilde pãozinho! Hoje, duas dessas senhoras comentavam que eram reformadas, que estavam bem de saúde, que tinham filhos e netos longe e que ainda não sabiam muito bem o que fazer a tanto tempo livre... fazendo vir a mim toda uma urticária! Naturalmente que as senhoras não têm obrigação de me dar passagem, não sabem se estou com pressa e até me podem mandar ir mais cedo porque efectivamente elas chegaram primeiro. Sim, é tudo um grandessíssimo facto, mas ... cadê a cortesia, a disponibilidade para o outro, a gentileza e civismo. Eu até podia pedir o favor de passar à frente, mas acho que não sou eu que tenho de o fazer porque estou a cumprir o meu lugar na fila. Enfurece ainda mais, quando se referem às gerações mais novas como mal educadas, metem tudo no mesmo saco e agitam, não dando elas o exemplo. Porque acredito piamente que se fosse ao contrário as suas críticas faziam-se ouvir. Esta coisa de se achar que chegando a determinada idade só temos direitos e zero deveres, põe-me abesbilica!
Eramos todos tão melhores se não houvesse quem assobiasse para o lado e fingisse que não é nada com elas. Grrrrr, estou em nervos!

Dia da Mulher, ainda é quando o homem quiser!

Este magistral texto, contém nele tudo o que penso acerca deste dia.
Pequeno e forte, como se quer.
Pela igualdade. Pela justiça. Por um Dia da Mulher 365 vezes no ano!

Do meu canto #2

À entrada...

segunda-feira, 7 de março de 2016

Um fígado para a mesa do canto, por favor!

A dose no fim de semana foi tal, que de modos que andamos assim...

Aceito patrocínio da água do Vimeiro, em géneros.
Mas assim em modo vitalício, que a malta convive muito! 

Surpresa!!!! Adoramos-te! (mesmo com 40)

Sábado de manhã o João arrastou-me para o Pingo Doce com a desculpa de que o frigorífico estava vazio e a Madalena queria muito os seus iogurtes gregos. Saí de casa com o meu filho a aspirar "é que os avós estão quase a chegar, e só falta dar uma aspiradela para ficar tudo limpinho!". Francamente não desconfiei, porque na véspera o pai tinha-lhe dado um sermão sobre a confusão que durante a semana se instala no quarto dele. Achei que o rapaz tinha visto a luz no que há organização diz respeito. O que me irritou foi o andar pastelão que o João tinha durante as compras, ele que é sempre tão rápido de vez em quando desaparecia, depois estava constantemente ao telefone com a minha mãe, porque "convenientemente" deixei o telemóvel em casa e ela ligava para o genro para lhe dizer que já estavam na nossa casa, que tinha o almoço pronto, que era preciso isto, e mais aquilo e mais aquilo ... tretas que eu engoli que nem uma patinha!
Não desconfiei de nada! Nem mesmo quando vou buscar a namorada do meu filho para almoçar connosco ("o Joãozinho ligou a pedir para ela ir almoçar lá a casa, pediu tanto coitadinho!!", dizia o João) e ela aparece com flores e um bolo que, segundo ela  tinha feito na véspera à noite (pouco discreta mas engoli na boa).
O verdadeiro embate deu-se quando entro em casa e tenho a minha filha e a minha sobrinha com um bolo na mão a cantarem os parabéns e um montão de gente a aparecer nem sei muito bem de onde. Chorei tanto que nem conseguia ver nada! Estavam lá todos, e quem não conseguiu ir ligou a mimar à distância. Eram tantos e tão bons. Uns com directas em cima (trabalham por turnos em hospitais e mesmo assim estavam lá), outros tiraram o dia de férias, outros ainda mudaram a vida do avesso. Mas estavam lá, por mim!
A minha casa estava completamente transformada, com comida, flores, bebida, ...por todo o lado. Não tenho fotos (dá para acreditar?!) estávamos tão extasiados que nem conseguimos pensar em registar o momento. Ainda de casaco vestido e completamente lavada em lágrimas, fiz brindes atrás de brindes. A minha mãe fez um discurso emocionado a agradecer ao meu marido e aos amigalhaços a valer que tenho. Os meus amigos, por sua vez, agradeceram o complô feito com os meus pais e contaram as histórias hilariantes nos 15 dias de preparação da festa... 15 dias! Dá para perceberem a dimensão da coisa?! Os carros estavam estrategicamente escondidos, nem as cadelas denunciaram nada e estavam refasteladas no alpendre à minha chegada. Com a minha mãe e uma das minhas melhores amigas como mentoras da festa, os comes e bebes foram meticulosamente distribuídos por todos (sendo que a minha mãe, como é seu hábito, fez comida para um regimento). Depois de 11 garrafas de vinho, 3 de gin, 54 cervejas, deixámos de contar a bebida ingerida, até porque o grau de lucidez já há muito se tinha perdido.
Às quatro da manhã a casa estava imaculada. Os sobreviventes estavam espalhados por sofás e chão. Bebíamos chá e água das pedras. Falávamos baixinho e riamos que nem uns perdidos.
Verdadeiramente memorável esta surpresa, esta prova de amor irrefutável daqueles que escolhemos como família. Obrigada a todos. Nunca terei como vos agradecer! Adoro-vos a valer. To the moon and back!
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Com uma neura monumental!

Hahahahahahaha:

Do meu canto ...

O pote da avó Tina


sexta-feira, 4 de março de 2016

Instalam-se os ossos, os ouvidos,... e por demais maleitas!

Mada no consultório médico, com otite bilateral, queixava-se com um ar muito sério e pesaroso:
"É que cada vez que abro a boca instalam-se-me os ouvidos!"

(Por muito que a corrija,vai dar sempre ao mesmo! É de rir!!)

quinta-feira, 3 de março de 2016

Há coisas incompatíveis

Formações, horas de almoço com colegas do coração e vinho ... 
A parte da tarde é ... digamos ... assim pró ... como dizer ... pronto, é isso!