terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Pai Natal forever

O mito do Pai Natal anda meio baralhado cá em casa. A Madalena vê-nos a comprar prendas para os outros e para ela vamos dizendo que o pedido para o Pai Natal está feito e será ele que as fará chegar cá a casa. Mas ela confusa, já desejou pertencer à família de amigos nossos porque as prendas que nós lhes vamos oferecer é que são giras. Lá vamos percorrendo as lojas e ela a achar-se a maior desgraçada de sempre. Faz um ar do mais dramático e lamenta a pouca sorte que tem. Para ajudar à festa, o irmão (pouco amigo da discrição) um dia destes grita para um amigo "cuidado, não ponhas o instrumento na bagageira do jipe que estão lá as prendas da minha irmã", ao que senhora dona rata levantou logo as antenas e com elas um cem número de perguntas, ao que o irmão responde "correntes de neve, eu disse cuidado com as correntes de neve". Convincente, certo?! A juntar a tudo isto, os amigos da escola vão dizendo que o Pai Natal é o pai deles mascarado. Aqui para além de confusa, sente-se enganada. E faz pergunta atrás de pergunta e nós que gostamos tanto de a ver maravilhada com este mito queríamos perpetuá-lo no tempo durante mais um bocadinho. Mas pronto, lá vamos argumentando, inventando daqui e dali e a coisa parece composta. Digo eu, que sou mulher de esperanças e aos 39 anos ainda acredito no Pai Natal (e no meu marido também!).

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