quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Nada temeis

Estamos todos bem e a gozar de boa saúde. Estamos de férias e demasiado ocupados a sermos felizes.
Boas festas a todos.
Entrai em 2016 de quatro (essa história do pé direito não me convence).
Beijooooooooos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

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Amigos queridos e fofos fizeram questão de me recordar que 2016 será o ano em que farei 40 anos.
Vão-se lixar. Está uma gaja aqui pras curvas e actuam de forma premeditada para a depressão. Cagalhão. Conhecem-me bem demais para saber que jamais me afectarão. Enjoados. Adoro-vos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Hoje sim, estamos perante a típica segunda-feira... feia e má!

O Joãozinho foi para a escola a arrastar-se. A Madalena despediu-se de mim a chorar à porta da escola "estou cansada e tenho saudades tuas". E eu também, principalmente quando me deparo com gente má e pouco polida, também quero ficar na minha casa quentinha e brilhante e chorar pela minha mãe, pelo meu pai, pelo marido e pelos filhos porque os quero junto de mim para servirem de reforço e escudo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Eu tinha avisado que a Catequese não ia ser fácil

Mada: "Catequista, o Jesus nunca cresce?!"

Catequista: "Sim, ele cresceu e tornou-se adulto."

Mada: "E quando ele era adulto, ele trabalhava?"

Catequista: "Sim. Ajudava José que era carpinteiro e espalhava a palavra de Deus"

Mada: "Então, o padrasto pagava-lhe na oficina e nas palavras... também ganhava dinheiro?!"

Catequista: "José é seu pai."

Mada: "Essa parte da história ainda não percebi bem, mas eu continuo a achar que o José é padrasto, mas não tem mal porque ele devia ser bonzinho. Eu estou é preocupada em como é que o Jesus recebia dinheiro para ajudar a sua mulher e os filhos."

Catequista: "Mas Jesus não tinha mulher e filhos!"

Mada: "Pois ... isso também acho esquisito."

Catequista: "Porque ele dedicou a sua vida a espalhar a palavra de Deus."

Mada:" Então ele não tinha mulher e filhos por causa das palavras?! ... esquisito!"

Ninguém me contou, eu estava à espera dela (colada à porta, é um facto) e ouvi a conversa.
 Duvido que não tarde muito a mudar de turma, até porque quando a fui buscar a catequista olhou para mim com um ar displicente e disse "A Madalena é tão querida, é muito inquisitiva!"

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

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A Batata tem dois meses e meio e pesa 18 kg. Já nem a conseguimos pegar ao colo sem que estale um osso ou uma articulação qualquer em nós.
Vai na volta e estou como o outro que tinha um urso em casa e só deu conta quando viu que ele não parava de crescer!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Olha aqui o mê menino

A propósito do post de ontem...




Olha ali o meu menino nos ensaios.
Mário Laginha, ficámos a perceber que é um extraordinário pianista mas sobretudo uma excelente pessoa.

Pai Natal forever

O mito do Pai Natal anda meio baralhado cá em casa. A Madalena vê-nos a comprar prendas para os outros e para ela vamos dizendo que o pedido para o Pai Natal está feito e será ele que as fará chegar cá a casa. Mas ela confusa, já desejou pertencer à família de amigos nossos porque as prendas que nós lhes vamos oferecer é que são giras. Lá vamos percorrendo as lojas e ela a achar-se a maior desgraçada de sempre. Faz um ar do mais dramático e lamenta a pouca sorte que tem. Para ajudar à festa, o irmão (pouco amigo da discrição) um dia destes grita para um amigo "cuidado, não ponhas o instrumento na bagageira do jipe que estão lá as prendas da minha irmã", ao que senhora dona rata levantou logo as antenas e com elas um cem número de perguntas, ao que o irmão responde "correntes de neve, eu disse cuidado com as correntes de neve". Convincente, certo?! A juntar a tudo isto, os amigos da escola vão dizendo que o Pai Natal é o pai deles mascarado. Aqui para além de confusa, sente-se enganada. E faz pergunta atrás de pergunta e nós que gostamos tanto de a ver maravilhada com este mito queríamos perpetuá-lo no tempo durante mais um bocadinho. Mas pronto, lá vamos argumentando, inventando daqui e dali e a coisa parece composta. Digo eu, que sou mulher de esperanças e aos 39 anos ainda acredito no Pai Natal (e no meu marido também!).