terça-feira, 24 de novembro de 2015

Da Batata ... capítulo 258469!

Ora aqui vai o acontecimento:
Sábado de manhã esteve um temporal medonho (aqui no Oeste mais parecia um tornado) e quando assim é, por muito que nos preparemos, já sabemos que no exterior vamos ter prejuízo. O que eu não contava é que o vento abrisse a porta de um armário onde o João guarda algumas das ferramentas utilizadas mais recentemente antes de irem para a garagem. Nesse armário estava uma lata de tinta branca que caiu ao chão e abriu-se. Eis senão quando, estou na sala a ler um livro com a Madalena e vejo lá fora, Sra. D. Batata a passear-se com a lata na boca, arrastando consigo um lençol de tinta branca que a cobria por inteiro (uma vez que a lady se andou a esfregar na tinta). Esta que vos escreve, sai disparada de casa disposta a acabar com aquela confusão. Mas não! D. Batata avista-me e senta-se, quando eu me aproximo abre a boca deixando a lata cair no chão salpicando-me toda. Começo a olhar em meu redor e percebo que tinha havia dois vendavais, o criado pela natureza e o criado pela Batata, e vejo que uma toalha de banho que estava estendida no estendal estava feita em farrapos, pego nela e começo a tentar limpar as zonas com mais tinta, mas a Batata achou que aquilo era um brincadeira, gira pra caraças e então vamos de saltar para cima da dona, e puxar-lhe o rabo de cavalo, e morder-lhe o casaco e esfregar nas pernas enquanto puxava as calças...
Nos entretanto não esqueçamos um pormenor: chovia. E eu ali, que nem um pinto branco, com uma cadela pintada (de branco, naturalmente), a proferir palavras pouco simpáticas à mãe da cadela, à família em linha directa e em linha colateral da dita.
Eu vivo num filme e ainda ninguém me disse!

1 comentário:

  1. Que querida, a Batata! É só uma cochorrinha a querer brincar!!!!!
    Cláudia F.

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