quinta-feira, 23 de julho de 2015

Do 22.07

O nosso final de dia ontem foi divino. Descobrimos um restaurante fabuloso lá para os lados da Ericeira e lambuzamo-nos com tudo aquilo que gostamos: peixe grelhado, marisco, naco na pedra, ... Na hora de escolher o vinho, optamos por um que afinal não havia, e a funcionária propõe-nos como alternativa um que para ela era maravilhoso. Eu e o João olhávamos um para o outro, demos as mãos e riamos. Riamos e trocávamos olhares cúmplices, até que sentimos necessidade de nos justificar "o vinho que nos sugere é o vinho que bebemos no nosso casamento ... e hoje é o nosso aniversário". Lá está esta coisa da coincidência que a tenho por destino. Estávamos felizes, genuinamente felizes. Explicámos aos nossos filhos que aquele era O DIA, aquele dia mais importante que os nossos (meu e do pai) aniversários, mais importante que o Natal ou qualquer outra festividade, porque é O DIA em que tudo começou e nos tornámos uma família. Fizemos brindes e pedimos desejos. No final questiona a mesma funcionária "Vocês são sempre assim tão alegres? É tão bom de ver".
Claramente não somos, ou melhor, não somos sempre alegres, porque somos pessoas feitas de matéria sensível, mas fazemos o pino e mortais encarpados para que a maioria dos nossos dias sejam assim, alegres e em paz.

1 comentário:

  1. Na Ericeira, onde o mar é mais azul, um lugar lindo de destino de férias... adoro..... recomendo..

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