quinta-feira, 28 de maio de 2015

Mais para a anca!

É que todas as semanas há festas em todas as terriolas da vizinhança: a festa do caracol, a festa da cerveja, a festa da sardinha, a festa do marisco, a festa da bifana, a festa do fio dental (esqueçam, ainda não percebi bem esta)... E depois a malta vai-se desafiando uns aos outros, e convidamos os amigos de Lisboa que acham isto o máximo e quando damos conta estamos batidos em todas. Resultado: mais do mesmo, que é como quem diz mais para a anca. Raios partam esta vida social! À custa disto vou de burca para a praia, é o que é!

O jeito que me dá o Complexo de Édipo

Madalena: "Não gosto nada que me dês os medicamentos, porque tens as mãos pequenas e demoras mais tempo a carregar na seringa. O pai é que é bom, tem as mãos grandes e o remédio na seringa sai mais rápido!"

Olha só que maravilha, é que a tabela de medicação que eu elaborei tão cuidadosamente e que se encontra afixada no frigorífico, está neste preciso momento a ser memorizada pelo mister mãozinhas, enquanto eu faço um reset de tudo aquilo! Como não adorar o Complexo de Édipo?!

Um problema de mesa

Cá em casa temos um gravíssimo problema: tudo se resolve à mesa. Um de nós está triste ou passou um dia complicado: sai uma comidinha especial para afogar mágoas. Estamos contentes e felizes: sai uma comidinha especial para festejar. A gravidade reside na dieta que uma pessoa se esforça tanto por fazer ao longo do dia e chegando a casa esbardalha-se ao comprido!
Só esta semana já experimentámos 2 restaurantes novos e umas quantas receitas todas elas soterradas em calorias. Quer-me parecer que ainda passo pelo serralheiro cá da aldeia e mando fazer uma espécie de cinto de castidade para a boca!

C., T., R. só para vocês ... ó enjoadas!

Tenho três colegas que me tratam por você, pior ainda, por Dra. O irónico disto tudo é que se tiverem de me mandar à merda mandam e ficamos amigas na mesma, dizem que "ando sempre com os cornos no ar" e que tenho um ar "desalservado". Tem dias em que lhes saem autênticas pérolas como "Dra. pardalona venha cá, sff" ou então "já calava essa boquinha de chocalho, não?!" São bestialmente sinceras "hoje está mesmo com mau aspecto, já vi defuntos melhor compostos", "com essa camisa parece que tem aí uns pipos de uns camiões", e são das melhores pessoas que conheço "vá bora lá andar pra frente! Isto não são horas de se atirar com a toalha ao chão!". Fazemos massagens umas às outras, levamos cafézinhos e marcamos cabeleireiro juntas. Vibramos com as alegrias e choramos as tristezas umas das outras. 
E eu, tenho uma história de paixão com elas.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Obrigada campo por estas coisas boas que me dás

Chegar a casa com os cabelos em pé e ter preparado um lanche no jardim: uma bela pratada de caracóis. Assim do nada, ao final do dia de uma 2ª feira parva. Resultado: a Madalena a andar de baloiço, cervejinha para aqui, caracol para ali, conversa da boa, vista fabulosa e... eram 20.30h quando olhámos para o relógio e resolvemos vir para dentro de casa. Vida boa esta do campo!

P.S. - Eu estou a agradecer ao campo sem recorrer a qualquer tipo de medicação ... não me internem já. Esperem mais um bocadinho!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Diário da nossa paixão

O últimos dias não têm sido fáceis e tu estás sempre lá, a tirar-me de casa para passearmos, para jantarmos, para o petisco que adoro. Nos últimos dias tens-me dado abraços que me esmagam o peito, olhas para mim para te certificares que rio e delicias-te quando o faço. Nos últimos dias tens-me enchido de mimo, ainda mais do que o habitual (e já é tanto). 
E ontem, particularmente ontem, sei que sofrias ao ver-me sofrer, pedias que a minha dor passasse para ti e querias-me proteger e afastar todos os males. Sei que esta noite não dormiste só para ficares a olhar para mim. "Hoje termino o dia ainda mais apaixonado por ti". E eu, que não preciso de provas de amor porque sei bem o que somos, fico estarrecida com tanta protecção. Seja o que for, venha o que vier estes momentos e estes sentimentos de hoje já ninguém mos tira. Obrigada por me amares, é um privilégio.

Nota: este registo tinha de ser feito para que nos dias em que andamos às avessas e tudo parece nublado,este post seja lido mil vezes para me lembrar o quanto me iluminas.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Não é só ir ao médico, é muito mais...

Ontem fomos ao Dr. Rui Bento Lopes. O alívio com que saímos apesar de percebermos que a rapariga ainda tem um longo caminho na batalha contra a rinite. Este senhor é sem dúvida um ser de uma entidade superior. Desta vez os meus filhos mudaram de opinião, o Joãozinho abraçou-o no final da consulta e a Madalena perguntou se os médicos também podiam ser assim... divertidos.
As coisas boas que eu desejo para este senhor são infindáveis. E a eternidade também, já agora!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Bi, este bolo é para ti!

O pediatra que não reúne consenso cá em casa

Os meus filhos têm um pediatra fabuloso, o Dr. Rui Bento Lopes. É um querido, muito prático, se tiver de soltar uma asneirola fá-lo, só de olhar já diagnostica o que os outros não conseguem. As conversas que temos com ele são memoráveis e as gargalhadas são tantas que raras são as vezes que a secretária não nos vem chamar à atenção para falarmos mais baixo que as pessoas na sala de espera acham que estamos na galhofa (e não estão enganadas!). Eu e o João adoramo-lo! Só tem um ligeiro problema: os meus filhos não morrem de amores por ele.
O Joãozinho porque é hipocondríaco em último grau e portanto ele corta-lhe logo as teorias. Não há cá mariquices e a única doença que ele lhe diagnostica é ser do Sporting. Esta desvalorização das lamúrias do jovem faz com que ele desconfie se ele é mesmo médico "só quando vir o certificado de habilitações é que acredito que ele é mesmo médico. Achas normal ele não perceber que eu tenho pequenas dores que merecem análise?!" diz sempre muito danado.
A Madalena só de olhar para ele desata num berreiro e a explicação é simples: quando ela era bebezinha ele precisava que ela chorasse para ouvir as porcarias todas que ela tinha nos pulmões e então irritava-a, tirava-lhe os sapatos, a roupa, e a miúda ficava em fúria.
A verdade é que este senhor é uma sumidade, é a figura a quem eu confio os meus filhos cegamente ainda que ele decida pela terapêutica mais louca do mundo. 
Por estes dias vou levar os putos à revisão. Já se ouvem protestos, mas eu estou em ânsias para o rever e ouvi-lo na sua imensa sabedoria. E mais tarde estes dois vão agradecer-lhe muito, muito mesmo!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sim, cá em casa somos muito ordinários!

Uma amiga envia-me uma mensagem, como tinha as mãos sujas pedi ao João para a ler em voz alta:

Ele: "A T. acabou a mensagem a desejar-te um bom fds... FDS?! A sério que ela te deseja boas fodas?!"

Não gosto do calor!

É verdade, não gosto. Gosto dos vestidos, dos chinelos, das sandálias, dos acessórios, da leveza dos tecidos, da rapidez com que nos despachamos de manhã, do tom bronzeado da pele, ... enfim, gosto da parte fashion da coisa. Agora, tudo o resto é um suplício: as moscas chegam aos magotes, as abelhas idem, estão-me sempre a dar fanicos porque tenho tensão arterial de passarinho, fico irritante com a sensação de sufoco e nada me consola (à excepção do ar condicionado que é uma das melhores invenções de todos os tempos). Ontem, o João lá me convenceu a tomar o pequeno almoço no alpendre porque o tempo estava bom (no Oeste a noção de bom tempo é diferente atendendo à ventania e à humidade) e assim que meto o pezinho na rua e sinto que não mexia uma folha, comecei a sufocar e as mãos a incharem assim em segundos.
Sim, eu serei aquela pessoa que nunca me ouvirão queixar do frio. Nada como uma mantinha para resolver todos os problemas do universo. 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Até doente aquela linguinha não pára! Parte II

Médica:" Madalena, sobe à balança para eu te pesar"

Madalena (olhando muito atenta para os números): "Acho que estou mais magra!"

Médica: "Achas, porquê?"

Madalena: "Não sei, mas é o que a minha mãe diz quando sobe à balança lá de casa!"


Mas será possível que não me resta uma gota de vida privada que não seja exposta por esta fulana?!

Até doente, aquela linguinha não pára!

Médica: "Ó Madalena, cada vez que te vejo tens os olhos mais bonitos. Mas isso é possível?!"

Madalena: "Toda a gente diz que tenho os olhos iguais aos da minha mãe, só que os meus são castanhos e os dela são amarelos" (esqueçam, adiante)

Médica: "Pois é, a tua mãe é muito bonita!"

Madalena: "Ela quando acorda tem uma cara assim ... mais ou menos, mas depois põe maquilhagem e fica com a cara tão jovem e tão linda!"


A arte de prolongar o deitar

O João quando era pequeno, assim que se aproximava a hora de dormir tinha fome. Uma fome tão grande que ele pedia um banquete. Às nove da noite era certinho :"tenho taaaaaaaaanta fome!". Numas férias em Évora, enquanto bebíamos um copo ao luar aparece o empregado do bar do hotel com torradas e um copo de leite: "O menino foi à cozinha e pediu isto!" . . .
Ora uma pessoa tem um segundo filho e pensa: à primeira todos caem, na segunda isto vai andar direitinho! . . . Hãhã, a segunda também foi beber da mesma fonte de conhecimento e dizia ontem à noite:"Posso ficar a brincar mais um bocadinho? Sabes que brincar é muito importante para as crianças. E depois tenho fome e as crianças não podem ter fome quando vão para a caminha, não é mamã?!"

Engraçadinha, não tarda muito começa a evocar a convenção dos direitos das crianças ao deitar!

No médico . . . outra vez!

Depois da pneumonia (quase um mês em casa) regressa à escola, esteve lá uma semana e teve uma amigdalite (mais uma semana em casa), volta novamente à escola por uma escassa semana e meia e ... outra amigdalite.
Agora sim, começamos a ficar preocupados, passa-se alguma coisa com a pequena Mada. A médica não escondeu a preocupação e eu sai do consultório a atirar para o anestesiado. Acho que quando começarem os exames e as análises me cai a ficha!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Quando é que o mundo enlouqueceu e eu não dei por isso?

Vi o tal vídeo de bullying que circula na Internet passado numa escola na Figueira da Foz. Fiquei com náuseas e uma vontadinha tremenda de acertar o passo aquela gente toda. Nada justifica a agressão, a humilhação, o terror que aquelas cenas nos mostram. O que vemos e o que não vemos acontece nas nossas escolas, aquele sítio onde todos os dias deixamos os nossos filhos e onde ficamos a acreditar que ficam felizes e em segurança. Foi na Figueira como podia ser noutro sítio qualquer. Este tipo de situações tem vindo a aumentar, em frequência e em grau de violência. E depois toda a gente assobia para o ar, fica caladinho a um canto e nada se passa. Os miúdos mudam de escola, muda o cenário mas tudo o resto se mantém. Eu fiquei em pânico e com muito medo do que o mundo inventará a seguir, qual será a nova moda no campo da agressão? Mas temo ainda mais pelas respostas para este tipo de problemas. Vamos continuar a passar a mão pelo pêlo destes pobres desgraçadinhos marginalizados e com tantos traumas em casa que se comportam como animais na escola e a tratá-los como se tivessem 2 anos?

Eu sou uma querida

A sério, sem pretensiosismos, tenho a noção que sou uma pessoa querida. Gosto de elogiar, gosto de promover o bem estar, gosto de mimar quem me rodeia, ando sempre alapada a dar miminhos e bem disposta. E sou assim em todos os sectores da minha vida, em família, no trabalho, nas amizades. Porém, a coisa muda quando me deparo com injustiças, estupidez, abuso de poder, maldade e outras merdas: aí viro bicho, digo palavrões, apelo à veia nortenha (que não tenho, mas é a única forma de justificar tanto vernáculo cabeludo) e sou tão frontal que dói. Ultimamente, tenho-me espantado com a calma com que giro as minhas indignações, ao que conclui uma coisa: com a idade aprendemos a cagar no que não nos faz feliz, a mandar para trás o que não queremos na nossa vida e portanto não vale a pena o investimento na fúria nem no desgaste que isso provoca! Se podia ter dito isto utilizando outra linguagem? Podia, mas aí não seria eu!

terça-feira, 12 de maio de 2015

Eu e o campo... tudo a haver!

Decido dar uma caminhada para retemperar ânimos. De caminho vou apanhando flores do campo. Feliz e airosa lá vou seguindo. Chego a casa, toda eu amante da natureza, toda eu gaja campestre envergando um molho de flores, quando o meu marido me diz: "só tu para pores malvas numa jarra da sala"! So what? Avaliando o meu elevado conhecimento da coisa já é sorte não ter trazido urtigas!

A isto chama-se: ser muito à frente

Madalena - "Gostei tanto, tanto do meu dia de anos! . . . Já pensaram no que me vão dar quando fizer 7 anos?!"

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O dia em que de rica passei a bilionária

11 de Maio de 2009, ano de boa colheita diz o pai que percebe destas coisas.
Nasceste às 19,31h, mas como devias estar a fazer a tua primeira birra aspiraste líquido amniótico e eu só te conheci às 05 da manhã.
Achei-te linda (ao contrário do teu paizinho, darling) e passei a acreditar em amores fulminantes, em instinto animal que lambe a cria. Lambi-te até hoje e espero continuar a fazê-lo sempre.
És apaixonante, e tu sabes muito bem o quanto eu gosto de ti. É até ao infinito e mais além, como no Toy Story, como nas histórias de amor e nos desenhos animados.
Um dia vamos ver os foguetões a rasgar as nuvens como na música dos Azeitonas, vamos à Disney conhecer a Elsa e comer hamburguers no McDonald's e bifanas da Feira de Santana até cairmos para o lado. E vamos sempre, sempre continuar a gozar a melhor parte dos nossos dias: o momento em que nos enroscamos no cantinho do sofá, cobrimo-nos com a manta e ficamos ali em silêncio a cheirar a pele uma da outra. 
Dizer que te amo é pouco. Sou tonta por ti! 

Sentemo-nos em círculo e exorcizemos os nossos males

Olá, eu sou a S. e sou obcecada por borbulhas. Estou há um dia sem espremer borbulhas porque o meu filho foge de mim como quem vê o demo. Ontem, num programa de coisas bizarras vibrei com malta a espremer borbulhões. A minha família esteve prestes a vomitar e eu em êxtase. Um dia alcançarei a cura.Um dia vou ignorar uma cara com borbulhas com pus branco e pontos negros gigantes. Um dia estarei concentrada no que me estão a dizer em vez de estar focada na cara das pessoas.
Todos juntos: força S., tu és capaz!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Só para que conste em acta

Querida filha:
Daqui a muitos anos (espero que muitos mesmos) contar-te-ei que a primeira coisa que o teu pai disse quando nasceste foi :"credo, a menina é tão feia!". E espero só o saibas daqui a algum tempo porque não te quero acalcar a auto-estima (até porque era mentira). Se podias passar a tua vida sem saber deste pormenor? Podias, mas farei questão de to dizer, principalmente naqueles momentos irritantes em que és menina do papá, e ele é que é o maior, e que te faz as vontades e o teu preferido, blá, blá, blá. E depois porque sou sádica e maléfica (ahahahah... ouve os risos de terror)
Lições para a vida:
# quando acordares de noite chama o teu querido papá
# nunca irrites a mamã com comentários do tipo "tenho tantas saudades do pai" quando ele só foi comprar pão

Como não sou de intrigas, digo-te só que o teu irmão (mais velho que tu, inteligente e com mais anos de sabedoria) acha-me o máximo, um ícone da maternidade e a máior das máiores.

Beijinhos fofos,
Mamãe!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ando em aflições

A Madalena na próxima 2ª feira faz 6 (SEIS) anos ... só isso já é motivo para uma pessoa andar agastada. Pensar que a criatura que me obrigou a vomitar durante 10 meses (sim, que bem feitas as contas eu estive grávida 10 meses, qual burra) já vai para a escola e está uma mulherzinha.
Ontem, as mães dos "finalistas" do pré-escolar incluíram-me num grupo do facebook para organizarmos umas surpresas na festa de final de ano lectivo e eu temo que o INEM esteja lá de prevenção só para mim. A festa é no final de Junho, a entrada para a escola em Setembro e eu já ando neste sufoco. Assim sou eu, uma pessoa que sofre por antecipação.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Os mais púdicos retirem-se sff ... ou, vou ter de fazer psicanálise

Acabamos de cantar os parabéns à amiga M. e a mãe dela pergunta: "Algum dos amigos quer dizer alguma coisa à M.?" Madalena põe o braço no ar:
-"O que é que quer dizer 'pichota'? É que ela à bocado disse-me e eu fiquei sem saber o que era?!"
. . .

Conclusões:
1º - É evidente que o problema reside nos paizinhos que tem;
2º - Naquela festa de aniversário estavam pessoas com as quais passarei a ter dificuldade em lidar futuramente;
3º - Sim, expliquei-lhe o significado da palavra, mas em privado. Sendo que a resposta foi "Ah, já podias ter dito! Não percebo por que é que toda a gente se estava a rir!"
4º - 2015 ainda vai no início e duvido que lhe surja mais algum convite de aniversário!

Igual a isto só aquele momento em que o meu filho no alto dos seus 6 anos diz "A minha mãe gosta é de sexo!" num jantar de Páscoa com mais de 30 pessoas à mesa (sim, todas ouviram!)

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Eu e a realeza ... é mesmo uma questão de sangue!

Eu sou uma maluca pela realeza. Já aqui o disse e volto a confirmar. Olhem que até me caiu uma lagriminha quando vejo a cachopa ao colo da mãe, e depois o pai e o mano, e o God save the Queen,... 
E naturalmente que uma notícia desta natureza merece-me elevadas considerações:
1º: O cabelo: ninguém se cala com o cabelo da Kate e têm toda a razão, porque isto não é estar em bom, é sim digno de passadeira vermelha. É estar a fazer força para expulsar a criança e o cabeleireiro por trás às voltas com a prancha.
2º: Toda e qualquer mulher que tenha filhos por parto normal me merece respeito (atendendo à minha cena com as cesarianas que são óptimas, lindas e fofas), agora parir e no mesmo dia pôr-se em pé e naquele estado é de entidade superior. Tenho para mim que quando fui arrancar o siso vinha em pior estado que ela!
3º: Cadê o inchaço nos pés, na cara, tornozelos? ... E ainda por cima bota um saltinho alto? 
4º: Quem tem jipe sabe do que falo: acabar de parir e alçar da perna para subir nele?!?! Ó Jasus! 

Kate, és a máior. Ouve o que eu te digo, és a parideira das parideiras!
Agora atentem bem ao nome da cachopa e nada de foleirices (e sim, acho que lá pelo meio devia ter Diana). 
E não se fiquem por aqui que eu já percebi que isto é atar e pôr ao fumeiro!