terça-feira, 29 de abril de 2014

Um diálogo que só as mães entenderão

ELA - "Mãeeeee, porque é que fechas-te a porta da casa de banho?!?!"

EU - "Para poder estar à vontade!"

ELA - "E porque é que fechaste a porta?"

EU - "Porque a mamã queria muuuuito estar à vontade!"

ELA - "O que é que estás a fazer?"

EU - "(...)"

ELA - "Ouviste?!?! É xixi ou cócó?"

EU - "-Cócó..."

ELA - "E é rijo ou molinho?"



Separava-nos uma porta.
Estávamos aos gritos.
E eu só queria estar 5 minutos sozinha!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Madalena ou um fim de semana de gargalhadas!

- "O que é que é ser gananciosa??? É alguém que gane?"

- "Há palavras que eu gosto de dizer... e são todas asneiras!"

- "Ouvi o mano dizer que estava uma menina na televisão que era 'léslica'! LÉSLICA??? O que é isso?"

- "Mãe, o Frozen dá em bolo-rei e dvd!"

- "Pai, estou a fazer um bolo de anos surpresa para ti, mas não digas a ninguém!"

segunda-feira, 21 de abril de 2014

I love coaching

Já aqui o disse: estou rendida ao coaching, que já fez mais por mim que um pack de consultas no psiquiatra. E quando eu acho que estou com a nuvem negra a pairar sobre mim e que regredi e que de repente voltei à estaca zero, afinal percebo que não, que estou no penoso caminho da mudança... o verdadeiro, o que dói, o que compensa (segundo dizem). Como diz o cego,... a ver vamos!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

Inconfidências de uma filha

Estou com diarreia - que já de si não é nem agradável nem simpático - agora imaginem o que é ter a criatura mais nova a propagandear o facto. Desde a garagem do colégio (que por acaso é o meu local de trabalho... só por acaso!), ao elevador, à recepção, à secretaria, à sala, aos colegas dela, às minhas colegas,... Socorroooooo!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A casa dos pais

A casa dos meus pais já não é o que era. Da memória de infância resta-me o prédio antigo e o cheiro das escadas. Os meus pais vivem lá à cerca de 40 anos e, numa casa com esta idade as remodelações foram tantas que já nada sobrou da minha meninice (olhá piroseira!). Desde o chão, às paredes, às portas e tectos, móveis e adereços,... não resta nada, sob o alto patrocínio da minha mãe que não deixa escapar um mês sem que um móvel mude de lugar. A vizinhança também não escapou à mudança. Agora são os filhos que arrendam casas a pessoas estranhas e de aspecto duvidoso. Agora não são permitidos animais, porque os novos arrendatários se esticaram à grande e obrigaram a novas medidas. As reuniões de condomínio são azedas e indispostas, com meio mundo a fazer queixa do outro meio. São denúncias à autarquia de uma obra que se fez e da pergola que se montou. A polícia também anda no meio do baile, ora por causa da roupa que se estende, ora por causa do barulho. E gerir isto não é fácil, sobretudo para os meus pais que acompanham estes dramas diariamente e só queriam sopas e descanso. E eu, no alto da lamechice sinto-me perdida sem sentir identificação com o local onde fui tão feliz.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Sem dormir, com uma enxaqueca monumental e decido começar a fazer dieta!
Eu sou um ser digno de estudo ... reconheço!

domingo, 6 de abril de 2014

Por favor, para com isto!

Desde 4ª feira passada que tomo conhecimento que alguém faleceu. Entre funerais e velórios (ainda por cima de pessoas novas) vou gerindo a minha vida, através de um pânico profundo que me toque directamente. Por favor, para lá com isto! Hoje foi o Manuel Forjaz ... o céu ficará mais bem disposto!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Da vida ... e da estupidez da morte

Ontem faleceu uma conhecida. Era daquelas conhecidas fixes que quando chegavam iluminavam. Era jovem. Tinha 3 filhos, de 10, 8 e 1 ano. Tinha um marido fabuloso. Viajava muito, trabalhava em igual modo. Ria, sorria, esbanjava alegria. Faleceu de acidente de automóvel...
E, nós, na condição de humanos revemos esta questão da mortalidade e da fragilidade a ela associada. E penso, como é que de manhã te despedes dos teus filhos sem garantia de volta?! Como é que explicas aos teus filhos, ao teu marido, aos teus pais que já não há regresso?! Céus, quanto dói só de pensar...