sábado, 30 de novembro de 2013

Bom Sábado!

Entre a gastroenterite da mais nova e os ensaios para o grande concerto do mais velho, aqui estamos... doidos por aconchego.
E é caso para se dizer... que bem que se está no campo!

domingo, 24 de novembro de 2013

É o chamado amor na saúde, na doença e na... porcaria!

Eu - "Hum, que filhota boa tão cheirosa!"

Ela - "Eu também gosto tanto do teu cheiro! Gosto do cheirinho das tuas bochechas. Até mesmo quando cheiras mal eu gosto de ti!"

Eu - "Mas a mamã não cheira mal!!"

Ela - "Pois não! Mas se cheirasses eu gostava de ti à mesma!"

sábado, 23 de novembro de 2013

Vê-se que a ASAE não foi a casa da avó Tina

Em casa da bisavó:

Marido - "Ó avó... estes biscoitos que estão aqui no bar sabem mal!"

Avó - "Se calhar são de canela!"

Marido - "Ou se calhar estão fora de validade, não?! Deixa cá ver se vejo o prazo... hã, como, Ó AVÓ o prazo de validade terminava em 1988!!!!"

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Estou de todo!

O meu filho toca piano no tablet e eu choro. 
É real... sou uma mãe galinha, corucha, leoa tão lamechas que seria expulsa do reino animal em três tempos!

Gosto...

Do sol de Outono. Da mistura do quente na cara e do frio no corpo. Dos sabores das compotas e do conforto do chá. Tudo me remonta ao aconchego de casa. Ao ninho do abraço e à pele tocada. Gosto de tudo o que me remete para os afectos, para o aninhanço total. Gosto de tudo o que me traz para casa, para a boca molhada, para o cheiro a maçã e canela. Gosto de aquecer e ser aquecida. Da roupa de cama pesada e de edredons branquinhos. Gosto da música clássica, de jazz, do som do saxofone e do piano. Gosto de nós, da nossa ronha, da nossa conchinha. Gosto de amar, de ser amada, muito amada. Gosto de viver, tanto de viver. Gosto do lusco-fusco, das luzes das casas e do contraste com o castelo. Gosto do som do campo, de sair de casa e ver a neblina sobre os campos, do cheiro a lareira e da erva fresca.

Tenho para mim que terei de tomar medidas drásticas!

Dia 1:
Estou em frente ao computador e chamo-o eufórica:

Eu - "Amor, anda cá ver este anel lindo de morrer! Não é perfeito como minha  prenda de Natal?!"
Ele (com ar de enfado) - "É engraçadinho...não é nada de mais!"
Eu - "Nada de mais??? Vê só como é lindo! E até nem é caro!"
Ele ignora-me e vira costas!

Dia 2:
Estou sentadinha no sofá de tablet em punho e chamo-o eufórica:

Eu - "Amor, anda cá ver este relógio lindo de morrer! Não é perfeito como minha prenda de Natal?!"
Ele (com ar de enfado) - "Ya.....é fixe, mas nada de mais!"
Eu - "Nada de mais??? Vê só como é lindo! E até nem é caro!"
Ele ignora-me e vira costas!

Opção 1: mudar de método persuasivo, este claramente não está a funcionar.
Opção 2: abro a goela e apelo ao sentimento.
Opção 3: vou eu comprar as coisas, embrulho e já está. E depois não se queixem que o romantismo tende a morrer. Uma gaja ou bem que tem as suas coisas ou bem que tem... não há cá duas hipóteses.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

So me...

Ele liga-me, visivelmente encantado com a viatura nova que eu, só assim por acaso, tinha levado para o trabalho. Eu, estou numa reunião numa espécie de bolha anti-fuga de concentração.
E esta conversa telefónica que se segue atesta o meu mais elevado nível de ... digamos, à falta de melhor ocorre-me, demência:
 
Ele: "Quando chegares ao carro liga-me a dar o número de matrícula."
 
Eu: "Número do quê? O que é isso? E onde é que está?!"
 
Ele (em modo monossilábico e pausado): "Normalmente os números das matrículas costumam estar numa chapa à frente e atrás dos carros!"

sábado, 9 de novembro de 2013

Ia eu, numa de gata borralheira, pôr uma roupita na máquina de lavar, quando o meu filho me diz que à porta da garagem (onde também fica a lavandaria) está um bicho estranho. 
Segundo ele, o cruzamento entre uma cobra e um dragão de Komodo!
 Atendendo que é meu filho, as probabilidades de ser um exagero são francamente elevadas. 
Ainda assim, palpita-me que esta semana há quem não tenha cuecas lavadas!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tão eu, tão mãe

A Rita Ferro Alvim mostro-o, eu li-o e revivi-me desde à 13 anos para cá.
Lembro da notícia da morte do Michael Jackson, de madrugada entre mamadas e tentativas de pôr a Madalena a arrotar. E de quando o meu marido acordou de manhã, fresquinho e comenta a notícia como se fosse a maior bomba, eu atiro com um: "Credo, só agora é que sabes? O homem já morreu faz dias!". Ele  abana a cabeça e diz-me:  "Respira fundo, é que o senhor só morreu esta noite!"

A culpa é das unhas de gel

Ao escrever uma mensagem no telemóvel, "lembrar" virou "lamber"...

Menos mal, a conversa era com o meu marido!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lei de Murphy: "Qualquer coisa que possa correr mal, então vai correr mal"

20.30h, estás em casa no quentinho e lembras-te que tens de ir levar o miúdo ao ensaio da orquestra. Tens preguiça, muita preguiça até mesmo para te vestires embora constates que estás com um vestido transparente. Arrastas-te e como mente iluminada que és, pensas: "É já aqui ao lado. Vestes um casaquinho, calças as tuas UGG. Afinal... estás no campo, nem sequer vais sair do carro!". Sais airosa e sexy com uma confiança digna de perú. Até aqui tudo bem, ou melhor, seria se esta história fosse com outra pessoa... Comigo, NUNCA poderia ser!
O carro após uns metros acende a luz da água, telefono ao marido que me diz que eu só sei andar, nunca vejo nada, blá, blá, blá, whiskas saquetas "(...) tens de abrir o capôt e pôr líquido refrigerador que está na bagageira!" Como? Ups, não posso sair do carro! "Ó Joãozinho, ajuda aqui a mãe!" Afinal, para que serve andar a criar um filho homem! Procuro, procuro e nada de porra de sítio onde consiga abrir o caraças do capôt. Ligo novamente ao marido que, se lembra (!!) assim de repentemente que eu não o vou conseguir abrir porque é preciso ter tirado uma pós-graduação na Mercedes-Benz! Isto depois de dois velhos me terem visto as cuecas no alto de um tractor!
Tento instigar o miúdo ao absentismo, mas ele fica irado com a ideia, o ensaio é importante, nhéca, nhéca, nhéca, nhéca. Arrepio caminho e tenho uma ideia 'luminante' (como dizia a minha tia Rosário): vou ter com o amigo R. que ele desenrasca-me. Telefono-lhe, diz-me que está em casa. Lá vou eu a 20km/h porque o miúdo já convenceu a irmã que o carro vai sobreaquecer e explodir. Chego a casa do R. que já me espera cá fora com aquele olhar "que merda aprontas-te desta vez?". Desenrasca-me sem que eu saia do carro, e sem que eu lhe tenha que explicar o motivo. Lá vou eu, linda, fofa .
Chego ao destino, largo o miúdo numa zona proibida, mas caramba o puto está atrasado. Esqueço-me onde estou e decido tranquilizar o meu querido esposo. Batem-me à janela "Ora boa noite minha senhora, importa-se de sair do veículo?!" Não, não é a GNR, eu estou a delirar...! Abro o vidro, saco de um enorme sorriso e explico ao sr Guarda que estou mesmo de saída porque acabei de largar o meu querido e amado filho, que conheço perfeitamente o sinal que está atrás de mim, que é a primeira vez que cometo aquele deslize mas que o telefone tinha acabado e tocar e, afinal de contas, não se pode falar ao telefone e conduzir,.... Eu falava, falava e ele olhava para mim. "Mas importa-se de sair do veículo e mostrar os documentos?!" "Pois aí é que está! Essa é outra história sr. Guarda é que não posso sair do carro,... estou de camisa de dormir!" O homem dá de rir, parvo nem disfarçou depois de tanto latim desperdiçado. Mandou-me seguir,... sempre a rir!
Lá vou eu, a pensar que este karma que se segue é tramado.
Quase a chegar a casa começo a ver um corropio de cães de volta do portão da entrada... a Ginja está com o cio e aqueles marmanjos queriam festa. Não posso abrir o portão sem lhes correr com a sorte. Saio do carro, começo a enxotá-los, eu para um lado, eles para o outro, as minhas transparências no meio daquilo e .... aparece o meu vizinho que tinha ido despejar o lixo: "Precisas de ajuda?!"

Cultivando o ódio na blogoesfera

Não aprecio (atentem que não disse que não gostava!) Nutella!
 
Pronto, já disse!
A partir de agora serei uma mulher rejuvenescida pela verdade!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Semelhanças entre a cidade e o campo

A irritabilidade dos senhores condutores de transportes públicos.
Chiça!

Valoriza o que tens e pára de te queixar!

Quando não te valorizam, quando te passam atestados de incompetência, quando pegas no carro e só vês condutores irritados, quando recebes mensagens que te deixam preocupada,... vais buscar os teus filhos, finges o maior dos sorrisos, levas um apertão no braço em que levaste a vacina contra a gripe, soltas uma asneira, dizes aos putos que não se repete, abraça-los e snifa-os como se não houvesse amanhã, botas uma música brasileira no rádio do carro, e lembras-te da sorte que tens!