terça-feira, 30 de abril de 2013

Aqui no campo conduz-se mal...

.... mesmo muito mal.
Não se respeitam regras de trânsito, não há respeito pelos condutores, até no mais caótico do trânsito lisboeta se pede desculpa quando se comete uma asneirada e se agradece quando nos facilitam uma manobra. Aqui não, aqui quem faz borrada ainda acha que tem razão e caem-nos em cima, literalmente, se ousamos contestar a aselhice. Agradecer? Quê isso?
Conduzir aqui, não é conduzir no campo, é conduzir na selva.
Não há 'piscas', nunca sabes para onde é que o condutor da frente vai virar, trava-se de repente e vira-se de trajectória à parva. Estacionam-se carros nos locais mais improváveis, como curvas sem visibilidade, passadeiras, em becos onde só cabe um carro.  É o reflexo do egoísmo humano. Eu já me safei agora tu, desenrasca-te.
Fazem-se obras nas estradas sem sinalização, pelo que ficas à seca à espera que as máquinas te deixem passar, toda a gente olha para ti e trata de te ignorar.
Apanhas todo-o-santo-dia com tractores à frente que te dificultam a ultrapassagem.
E os pintas... ai, havia tanto para dizer sobre os pintas e os seus carros 'pretenso-tunning' de braço de fora, fio ao peito e cigarro na boca, que fazem umas razias quase que a pagarem-me um pára-choques novo.
E ainda dizem que tenho mau feitio a conduzir. Pudera!

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